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Amanda Avansini Arruda

Amanda Avansini Arruda Coelho, mais conhecida como Amanda Arruda, tem vinte e um anos e é formanda do curso de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (2018 - 2022). É romancista, contista, poetisa, cronista e ensaísta, com quatro livros publicados: A Heroína que Virou Lenda (2017), As Chantagens de Monalisa (2020), O Badalar do Sino (2021) e Estórias Surdas (2023). Em novembro de 2022, foi a primeira surda a assumir como imortal na Academia de Letras de Biguaçu e a declamar em público uma poesia em Língua Brasileira de Sinais em evento aberto da Academia de Letras. Teve seu trabalho de conclusão de curso publicado no Repositório Institucional da UFSC aprovado com nota máxima acerca da temática que foi fruto da junção entre o Direito Penal, Criminologia e Literatura: “Entre Miseráveis, Corcundas e Condenados: estudos sobre a espetacularização midiática da execução penal violenta nas periferias brasileiras sob a ótica de Victor Hugo”. Suas áreas jurídicas de maior interesse são o Direito Criminal, o Direito da Criança e do Adolescente e o Direito da Pessoa com Deficiência. É pesquisadora do Nejusca – Núcleo de Estudos Jurídicos e Sociais da Criança e do Adolescente/UFSC.

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