Teoria dos Jogos e o Processo Penal – A short Introduction

Teoria dos Jogos e o Processo Penal – A short Introduction

CAPA FINAL - A TEORIA DOS JOGOS APLICADA AO PROCESSO PENAL - BREVE INTRODUCAO

Título: Teoria dos Jogos e o Processo Penal – A short Introduction

Autor: Alexandre Morais da Rosa

Código de Barras: 9789898823526

Páginas: 148

Valor Pré-venda: R$38,00 + Frete R$12,00

ISBN: 978-989-8823-52-6

  • O livro será postado após dia 16/06

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Como posso saber se minha estratégia (o que preten­do com o jogo processual) está adequada com a minha tática (ação ou comportamento processual interme­diário), em face das recompensas dos demais jogado­res? Como devo me comportar em um processo penal cada vez mais complexo, multidimensional, cheio de ambiguidade e incerteza? Até que ponto posso realizar e esperar um comportamento racional ou irracional? Quais as pistas externas para leitura adequada do jogo processual singular, ou seja, o jogo que estou atuando? A partir dessas perguntas, pretendo caminhar na in­trodução da Teoria dos Jogos ao processo penal. Quem sabe possamos nos situar melhor em um ambiente de incerteza, de escolhas (ir)racionais cada vez mais presentes e que modificam a possibilidade de leitura do design do jogo processual penal.

Título: Teoria dos Jogos e o Processo Penal – A short Introduction Autor: Alexandre Morais da Rosa Código de Barras: 9789898823526 Páginas: 148 Valor: Em Breve ISBN: 978-989-8823-52-6

ÍNDICE
 
CAPÍTULO 1º COMO VOCÊ APRENDEU A TOMAR DECISÕES? 11 CAPÍTULO 2º O IMPÉRIO DAS RECOMPENSAS NO PROCESSO PENAL 21 2.1 UMA MENTE BRILHANTE NO DIREITO: O MECANISMO DA TOMADA DE DECISÃO NO JOGO PROCESSUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.2 VÁRIAS VERSÕES DO MESMO PROCESSO PENAL? . . . . . . . 34 2.3 O ESQUEMA DO JOGO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 2.4 UMA PROPOSTA HETERODOXA DE COMPRESSÃO DO PROCESSO PENAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 CAPÍTULO 3º PARA ENTENDER A TEORIA DOS JOGOS NO DIREITO 49 3.1 PROFANANDO E ADAPTANDO A TEORIA DOS JOGOS AO PROCESSO PENAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 3.2 O JOGADOR COMO SUJEITO OTIMIZADOR . . . . . . . . . . . . . 53 3.3 A IMPORTÂNCIA DA INTERAÇÃO NO JOGO PROCESSUAL . 55 3.4 A QUESTÃO DA (FALTA DE) ÉTICA DA TEORIA DOS JOGOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 3.5 JOGOS DINÂMICOS E DE INFORMAÇÃO INCOMPLETA . . 60 3.6 O DILEMA DO PRISIONEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 3.7 O JOGO DE GUERRA PROCESSUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 3.8 A QUESTÃO DOS JOGOS E COMPORTAMENTOS TÁTICOS OCULTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 3.9 OS LIMITES DA TEORIA DOS JOGOS APLICADA AO PROCESSO PENAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 CAPÍTULO 4º ENTENDER O PROCESSO COMO JOGO .77 4.1 OS PLANOS PARALELOS E SIMULTÂNEOS DO JOGO PROCESSUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 4.2 PLANO DE AÇÃO E A BUSCA DA RECOMPENSA . . . . . . . . . 79 CAPÍTULO 5º AS RECOMPENSAS DOS JOGADORES EM CADA JOGO PROCESSUAL .83 5.1 AS RECOMPENSAS SE VINCULAM COM OS JOGADORES (INTERNOS E EXTERNOS) . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 5.2 JOGO, ADRENALINA E EMOÇÃO COMPARECEM . . . . . . . . . 87 5.4 SABER LER O JOGO PROCESSUAL SITUADO NO TEMPO, ESPAÇO E CONTEXTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 CAPÍTULO 6º ESTRATÉGIA E TÁTICAS .91 6.1 QUAL A DIFERENÇA ENTRE ESTRATÉGIA E TÁTICA? . . . . 91 6.2 O EQUILÍBRIO DE NASH IMPORTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 6.3 QUAL A ESTRATÉGIA DOMINANTE DO JOGO PROCESSUAL? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 6.4 TÁTICAS E O CARÁTER DINÂMICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 6.5 MAPEAR: DOMINANTE OU DOMINADA? . . . . . . . . . . . . . . . . 99 6.7 BLEFES, TRUNFOS, AMEAÇAS E RISCOS . . . . . . . . . . . . . . . . 100 6.7.1 A INTERAÇÃO ENTRE INFLUÊNCIA E MANIPULAÇÃO . . 100 6.7.2 O BLEFE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 6.7.3 O TRUQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104 6.7.4 O TRUNFO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 6.7.5 A AMEAÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 6.7.6 OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE – TIF FOR TAT . . 107 CAPÍTULO 7º O DISPOSITIVO DO PROCESSO PENAL: ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO .111 7.1. O DISPOSITIVO DO PROCESSO PENAL . . . . . . . . . . . . . . . . . 111 7.2 FUNCIONAMENTO DO DISPOSITIVO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 7.3 ESTRUTURA, JOGADORES E MEMÓRIA DO JOGO . . . . . . . 115 7.4 ESTABELECER A COMUNIDADE DE JOGADORES DO PROCESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118 7.5 PREPARAR-SE PARA JOGAR UM JOGO DE CADA VEZ . . . .123 CAPÍTULO 8º O DESAFIO DOS QUEBRA-CABEÇAS PROCESSUAIS REAIS. 127