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Escudo de Vidro

Por Redação – 19/05/2017

Escudo de Vidro é mais um título publicado pela Editora Empório do Direito, o autor é Fernando de Castro Faria.

Confira a descrição da obra:

“Quais são as consequências de nossas ações? Temos a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro? Improvisamos em assuntos que requerem muito preparo? Julgamos ou tentamos compreender?
Em meio a esses questionamentos, dentre tantos mais, o autor desenvolve a emocionante trama, que traz como um dos principais personagens o renomado advogado criminalista Waldorf. Ele tem pela frente o caso mais desafiador de sua carreira: auxiliar na defesa do juiz Freitas, seu pai, envolvido em um rumoroso caso de corrupção. Driblando uma agenda de viagens e muitos compromissos profissionais, Waldorf está empenhado em tentar desvendar o que de fato aconteceu, tarefa que contará com o auxílio de um grande amigo, Rolf, um advogado especialista em crimes financeiros.
Os dramas e angústias vivenciados pelo juiz Freitas e suas reflexões sobre alguns dos casos que passaram por suas lentes são relatados de forma instigante e permeiam toda a trama. “Viver é um constante risco. Maior ou menor, mas sempre presente. Às ações, as inevitáveis reações; causa e efeito. Àquele que julga, tudo é potencializado. É conviver com a dura missão de lidar posteriormente com os próprios erros, com o inevitável sentimento de que poderia ter feito diferente. E mesmo nos acertos, a absoluta certeza de que interferiu, para o bem ou para o mal, na vida de alguém”, diz o autor.
Mesmo com a profundidade de muitos dos temas, a linguagem é simples e nada tem a ver com a do Direito, como ressalta o escritor em sua introdução à obra. O desenrolar do caso é o pano de fundo para muitas das dúvidas que inquietam os principais personagens, bem como para algumas passagens sobre lugares e artes, tornando a leitura mais leve e prazerosa.


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Por Redação – 16/12/2016

O autor do livro “Escudo de Vidro”, Fernando de Castro Faria, concedeu entrevista ao Empório do Direito para falar sobre a obra. Confira:

Qual a proposta do livro “Escudo de Vidro”, publicado recentemente pela Editora Empório do Direito?

Trata-se de um romance no qual são retratadas as histórias de um juiz e de um advogado, pai e filho, em meio a um caso que abala os dois. É uma obra de ficção, mas, em algumas passagens, a origem foi em algo que vi nesses quase vinte anos em que atuo na área jurídica (quatro como advogado e quinze como magistrado). Mas o livro não fica apenas nesses casos e na trama principal, há um pouco sobre o cotidiano, política, lugares, música e outras artes.

Qual a motivação para escrever sobre esse tema?

Depois de um livro na área jurídica, pensei em escrever um romance. É bem diferente, não há compromisso com a técnica e a liberdade para criar é total. Eu queria deixar algo que pudesse lembrar mais adiante, um pouco das coisas que vivenciei ou que simplesmente imaginei. Na breve introdução que fiz na obra, mencionei que eu havia me transformado em amigo dos personagens. Cada vez que ia escrever eu perguntava: vamos lá, o que vocês têm a me dizer hoje? Essa experiência é fantástica e, como tenho dito, acho que todos nós temos alguns livros para escrever durante a vida.

O livro é destinado a qual público?

Não há um público específico, idade ou profissão. Todos podem ler. Para os que não são da área jurídica, a leitura pode auxiliar na compreensão dos dramas pelos quais passam, muitas vezes, os profissionais do mundo jurídico, repleto de tragédias que afetam diretamente a vida das pessoas.

Não é um livro sobre Direito, então?

Não, em absoluto. É um romance que tem alguns casos como pano de fundo, mas sem a linguagem própria do Direito.

Alguma passagem que gosta e quer destacar?

Sim, gosto de muitas, mas reconheço que sou suspeito para falar (risos). Há uma logo no início, quando o Waldorf, personagem principal, visita a escultura Alma Mater, em frente à biblioteca da Universidade de Columbia, em Nova York:

“Ficou admirado com a beleza do monumento, uma mulher que usava uma coroa de louros e estava sentada em um sublime trono. Os antebraços abertos e erguidos, com a mão direita segurando um cetro, o bastão utilizado por monarcas. Um denso livro que descansava sobre suas pernas representava o conhecimento; uma coruja bem escondida sob as dobras do manto que cobria a mulher, próxima à perna esquerda, era o sinal de sabedoria.

Alma mater: conhecimento e sabedoria. Waldorf pensou em como aquele monumento bem representava uma filosofia de vida. De nada adiantaria ter o conhecimento se a ele não pudesse ser agregada a sabedoria. Mas, como advertiu o escultor, a sabedoria não estava disponível aos olhos de todos…”


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Por Paulo Silas Taporosky Filho – 20/11/2016

Ousando com louvor em suas publicações, eis que a Editora Empório do Direito lança o seu primeiro romance: “Escudo de Vidro”. A história conta como autor Fernando de Castro Faria, juiz de direito e jurista, o qual tece uma salutar narrativa que prende a atenção do leitor do início ao fim do livro.

“Escudo de Vidro” não é um livro de direito, mas dada a formação do autor, o cenário forense se encontra ambientalizado na obra, tal qual John Grisham o faz em suas histórias. Daí que o leitor pode contar como pano de fundo (ou como o mote que dá o sustentáculo da obra) o cotidiano jurídico que é indispensável para a desenvoltura da interessante trama presente no romance.

O livro conta a história de Waldorf, um renomado advogado criminalista que ao retornar de uma viagem a lazer com sua esposa, depara-se com um caso peculiar: seu pai, um respeitado juiz de uma pequena cidade, vê-se envolvido numa constrangedora situação de suposta corrupção. O principal problema é que o juiz Freitas, pai de Waldorf, sequer imagina o motivo de ter sido vítima da injusta acusação, porém, considerando o fato de ter ocorrido um depósito num valor expressivo em sua conta bancária, a desconfiança se instaura contra o magistrado e este passa a sofrer com as mazelas acarretadas com denúncias do tipo. Sua honra entre em xeque.

Waldorf passa a ocupar uma situação peculiar, pois ao mesmo tempo em que pretende defender o juiz, reconhece que sua posição de filho pode acarretar na influência de inoportunas emoções, prejudicando assim o seu trabalho. A forma encontrada para resolver tal celeuma se dá mediante a contratação de um profissional de confiança de Waldorf, de modo que ambos passam a realizar a defesa do juiz Freitas. Desta forma, Waldorf tem alguém auxiliando para manter o foco na defesa processual de seu pai (não influenciado por emoções de cunho familiar), bem como pode prosseguir cumprindo com a sua abarrotada agenda profissional. Por ser um profissional reconhecido no ramo do direito penal, sempre está tratando de diversas causas.

Casos e causas são narrados ao leitor no decorrer da obra. A narrativa é bastante interessante nesse ponto, a saber, a história principal é intercalada com várias outras situações secundárias que são vivenciadas pelo protagonista. Acerto louvável do autor em assim proceder, vez que não segue com aquela falsa ideia vendida pela maioria das “histórias de tribunais” no sentido de que o advogado se dedica a uma única causa por vez. O personagem Waldorf retrata muito bem o cotidiano da advocacia criminal.

Para além das histórias propriamente ditas que são construídas no decorrer da obra, o autor transmite ainda diversas reflexões. Questionamentos morais, filosóficos, jurídicos e sociais se fazem presentes a todo instante. Tudo isso sem deixar o livro pesado. A leitura flui de modo bastante aprazível.

Como se dará a defesa do juiz Freitas? A inocência do magistrado será demonstrada? Waldorf manterá a razão em voga na condução dos processos em que atua? As respostas o leitor descobre em “Escudo de Vidro”. Vale conferir!


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Paulo Silas Taporosky Filho é advogado, especialista em Ciências Penais, em Direito Processual Penal e em Filosofia e membro da Rede Brasileira de Direito e Literatura.
E-mail: paulosilasfilho@hotmail.com.
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O texto é de responsabilidade exclusiva do autor, não representando, necessariamente, a opinião ou posicionamento do Empório do Direito.