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Brasil

Por Andressa Darold – 20/03/2017

Paula Tavares, autora do estudo “Fechando a Brecha: Melhorando as Leis de Proteção à Mulher contra a Violência” e  especialista em Desenvolvimento do Setor Privado do Banco Mundial, se pronunciou sobre a forma como a legislação brasileira vê a mulher.

A autora, através de artigo, expôs dados obtidos na experiência com a equipe do Mulheres, Empresas e o Direito, tal como brechas na legislação.

Para ler o artigo, acesse: ONU Brasil 

Fonte: ONUBrasil The Huffington Post Brasil


Imagem Ilustrativa do Post: sunset-united-women-rights // Foto de: John Voo  // Sem alterações

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Por Andressa Darold – 12/03/2017

Um relatório do Banco Mundial informou que, em ranking mundial de casamentos precoces, o Brasil está em quarto lugar. Na América Latina, o país lidera essa lista.

De acordo com o relatório Fechando a Brecha: Melhorando as Leis de Proteção à Mulher contra a Violência, do Banco Mundial (Bird), cerca de 36%  das brasileiras menores de 18 anos já estão casadas, destas, 11% tem 15 anos.  O estudo também revela que, em âmbito mundial,  mais de 700 milhões de mulheres se casaram antes de completar 18 anos.

A pesquisa do Banco Mundial mostra que, em 158 países analisados, existem leis que permitem o casamento após os 18 anos, porém 139 dessas nações comportam exceções.

Fonte: Deutsche Welle


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Por Andressa Darold – 25/02/2017

De acordo com o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), em ranking mundial, o Brasil é o terceiro país com mais casos de depressão, sendo o principal da América Latina.

O novo relatório traz dados referentes ao ano de 2015, onde 11,5 milhões de brasileiros sofriam do distúrbio.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o país também lidera o ranking mundial de casos de transtorno de ansiedade. Em 2015, 18,6 milhões de pessoas tinham esta doença.

Fonte: Deutsche Welle


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Por Andressa Darold – 20/02/2017

Foi divulgada neste mês, pelo Banco Mundial, nova estimativa sobre brasileiros vivendo em situação de miséria.

De acordo com o organismo financeiro, o país poderá ter aumento de 2,5 milhões até 3,6 milhões de pessoas em condições de pobreza até o final de 2017.

Segundo a Organização das Nações Unidas, essa estimativa é resultado da duradoura crise econômica.

Para ver a avaliação do Banco Mundial na íntegra, acesse: Nações Unidas

Fonte: ONUBrasil


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Por Andressa Darold – 10/02/2017

A Organização Internacional do Trabalho (OIT), em seminário realizado em janeiro, fez observações sobre a atuação do Brasil no combate ao trabalho forçado.

A agência da ONU elogiou as medidas adotadas pelo país que auxiliam na luta contra a escravidão moderna, porém afirmou que a reputação global do Brasil está ameaçada desde sua condenação pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

O coordenador interino do Programa de Combate ao Trabalho Forçado da OIT, no evento “Em defesa do conceito de trabalho escravo: aspectos jurídicos e impactos na implementação das políticas”, afirmou que “os olhos do mundo estão voltados para o Brasil nesse momento”.

Fonte: ONUBrasil


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Por Andressa Darold – 05/02/2017

Um relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) informou que o investimento estrangeiro direto caiu 23% no Brasil em 2016.

Em âmbito mundial, houve queda de 13% do fluxo de investimento estrangeiro direto. De acordo com a pesquisa, o crescimento da economia global continuou fraco.

“É particularmente preocupante a forte queda dos investimentos em projetos industriais, que têm papel importante na melhora da produtividade dos países em desenvolvimento”, disse o secretário-geral da UNCTAD.

Para acessar o relatório, clique aqui

Fonte: ONUBrasil


Imagem Ilustrativa do Post: Brasil // Foto de: Daniel Garcia Neto // Sem alterações

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Por Andressa Darold – 26/01/2017

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está disponibilizando vagas em cursos de educação técnica e superior para refugiados e migrantes.

O  Programa de Acesso à Educação Técnica e Superior para refugiados e migrantes em situação de vulnerabilidade, iniciativa do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da UFSM, teve seu início no dia 13 de janeiro. Para se candidatar, o solicitante necessita ser migrante em situação de vulnerabilidade ou refugiado reconhecido pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE).

Giuliana Redin, coordenadora do grupo de ensino, afirmou que “ao assegurar mecanismos de acesso à educação superior a imigrantes e refugiados, a UFSM dá um importante passo para uma mudança estrutural que combata a desigualdade e as opressões sociais. É a universidade pública, por meio de sua autonomia universitária, cumprindo com seu compromisso de promover justiça social”.

Para visualizar a Resolução, acesse: UFSM

Para mais informações, entre em contato com:
Migraidh/Cátedra Sérgio Vieira de Mello/UFSM: www.facebook.com/Migraidh ou migraidh@gmail.com.
Pró-Reitoria de Graduação da UFSM: prograd@ufsm.br ou (55) 3220 8329

Fonte: ONUBrasil


Imagem Ilustrativa do Post: Catch-up classes // Foto de: European Commission DG ECHO // Sem alterações

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Por Andressa Darold – 25/01/2017

Uma cerimônia em homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, realizada pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ), o B´nai Birith-Rio e o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), acontecerá no Rio de Janeiro.

O documentário “A trajetória do genocídio nazista”, produzido pelas Nações Unidas e pelo Museu dos Estados Unidos em Memória do Holocauso, será exibido no evento. A cerimônia também contará com a  presença de sobreviventes do Holocausto e membros da comunidade judaica.

Reproduzimos informações retiradas do site da Organização das Nações Unidas:

SERVIÇO
26 de janeiro – 19 horas
Hebraica – Sala Israel
Rua das Laranjeiras, 346 – Rio de Janeiro

Fonte: ONUBrasil


Imagem Ilustrativa do Post: memorial holocausto // Foto de: erwin brevis // Sem alterações

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Por Andressa Darold – 24/01/2017

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil faz parte dos países que estão se desenvolvendo para fornecer vacinas contra influenza (gripe) em esfera internacional.

Representando a maior produção global de imunobiológicos na esfera pública, o Brasil produz 88% do consumo nacional desses produtos. O objetivo principal é que em 2017 o país passe a produzir 100% e comece a enviar vacinas para outros países.

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) realizou um estudo para analisar a sustentabilidade da produção brasileira, coordenado pelo consultor nacional de desenvolvimento e inovação tecnológica Felipe Carvalho. De acordo com o diagnóstico, para se tornar um dos fornecedores mundiais, o país necessita realizar pesquisas para aumentar o rendimento da vacina, ampliar a própria capacidade produtiva, capacitar profissionais para produção de imunobiológicos e modernizar equipamentos.

Kellen Santos Rezende, pesquisadora contratada pela OPAS/OMS para realizar a análise, disse que “o levantamento concluiu que o Brasil domina a tecnologia de produção — ou seja, consegue fazer o processo do início ao fim, sem a necessidade de envolver outros países, por conta da transferência de tecnologia entre o brasileiro Instituto Butantan e o francês Sanofir-Pasteur, finalizada em 2014”.

Fonte: ONUBrasil


Imagem Ilustrativa do Post: Vacina HPV (1) // Foto de: ASCOM Prefeitura de Votuporanga // Sem alterações

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Por Andressa Darold – 19/01/2017

Uma pesquisa publicada pelo Banco Mundial e o Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da UFSC revelou que o Brasil gastou, entre 1995 e 2014, R$ 182,8 bilhões com desastres naturais.

Impactos nos serviços públicos e privados, na agricultura, na pecuária e na indústria representam R$ 137,3 bilhões dos custos. Danos na infraestrutura, nas habitações e nas instalações de saúde, comunitárias e de ensino correspondem aos R$ 45,4 bilhões restantes. No período em que a pesquisa foi realizada, perdas anuais superiores a R$ 9 bilhões foram reveladas, demonstrando que inundações, vendavais, secas e outros desastres fizeram com que o país gastasse aproximadamente R$ 800 milhões mensais.

Frederico Pedroso, especialista do Banco Mundial, afirmou que o Brasil “não é um país exposto a perigos naturais extremos. Mas temos outros problemas, tais como um planejamento e um controle urbano muito ineficientes. Isso leva à ocupação humana em locais não propícios e, consequentemente, a desastres. E como o nosso estudo aponta, a somatória dos impactos tanto econômicos quanto humanos desses desastres acaba sendo extremamente relevante para as diferentes esferas de governo”.

Fonte: ONUBrasil


Imagem Ilustrativa do Post: Operação Áugias, Julho/2016 // Foto de: Ibama // Sem alterações

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