Os Trabalhadores e a Crise do Capitalismo

Os Trabalhadores e a Crise do Capitalismo

os-trabalhadores-e-a-crise

Título: Os Trabalhadores e a Crise do Capitalismo

Autor: António José Avelãs Nunes

Código de Barras: 9788568972557

Páginas: 180

Não disponível para venda

ISBN: 978-85-68972-55-7

COMPRAR

“Quem conhece os trabalhos anteriores do nosso autor, sentirá uma clara diferença: a linguagem. Não que o método tenha se alterado. Continua claro, preciso e impecável em sua demonstração. Traz toda a evolução da teoria econômica e, com elementos concretos, demonstra a desvalorização do trabalho, em nome do “mercado”. Traz exemplos desconcertantes do que é o mercado, as regras do mercado, enfim. E não para na afirmativa de que o processo está em marcha. Volta, retoma as bases do seu raciocínio, e desvela, escancara o projeto de precarização do trabalhador”

Título: Os Trabalhadores e a Crise do Capitalismo

Autor: António José Avelãs Nunes

Código de Barras: 9788568972557

Páginas: 180

Valor: R$ 49,50 + Frete R$ 8,00

ISBN: 978-85-68972-55-7

SUMÁRIO

PREFÁCIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

O CAPITALISMO, “CIVILIZAÇÃO DAS DESIGUALDADES” . . . . . . . . 17

A ECONOMIA POLÍTICA, “CIÊNCIA DA BURGUESIA” . . . . . . . . . . . 21

O MARGINALISMO E A ‘LEGITIMAÇÃO’ DA DESIGUALDADE . . . . . . . . 25

ADAM SMITH: “SEMPRE QUE HÁ MUITA PROPRIEDADE, HÁ GRANDE DESIGUALDADE” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27

DA DITADURA DA FEUDALIDADE À DITADURA DA BURGUESIA . . . . . 29

A ‘REVOLUÇÃO KEYNESIANA’ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35

A CONTRA-REVOLUÇÃO MONETARISTA . . . . . . . . . . . . . . . . . 39

O REGRESSO AO MUNDO MARAVILHOSO DA MÃO INVISÍVEL E DA LEI DE SAY . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

O DESEMPREGO VOLUNTÁRIO: A PREGUIÇA NATURAL DAS CLASSES TRABALHADORAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47

AS “IMPERFEIÇÕES” DO MERCADO DE TRABALHO . . . . . . . . . . . 49

O INIMIGO INTERNO: OS “OPRESSIVOS MONOPÓLIOS DO TRABALHO” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51

O ESTADO SOCIAL, “UMA DOUTRINA ESSENCIALMENTE SUBVERSIVA” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55

“LONGE DE SEREM ‘NATURAIS’, OS MERCADOS SÃO POLÍTICOS.” . . . . . . . . 61

O DIREITO DO TRABALHO: A FUNÇÃO DE OCULTAÇÃO DO TRABALHO NÃO PAGO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67

AS CRISES DO PETRÓLEO (1973-1975) E A ‘EVAPORAÇÃO’ DO MODELO FORDISTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

O CHAMADO CONSENSO DE WASHINGTON . . . . . . . . . . . . . . . 75

A SOCIAL-DEMOCRACIA EUROPEIA: A “GESTÃO LEAL DO CAPITALISMO” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79

A FINANCEIRIZAÇÃO DA ECONOMIA. O CAPITALISMO DO CRIME SISTÉMICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83

O GRANDE CAPITAL FINANCEIRO ABSORVE OS GANHOS DA PRODUTIVIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87

A MUNDIALIZAÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO . . . . . . . . . . . . 93

DA ‘EUROPA SOCIAL’ À EUROPA DO CAPITAL . . . . . . . . . . . . . . 99

OS ASPETOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO . . . . . . . . . . . . 103

A AGENDA 2010 E O ATAQUE À CONTRATAÇÃO COLETIVA . . . . . 107

AS FORMAS ATÍPICAS DE TRABALHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111

A UNIÃO EUROPEIA E AS POLÍTICAS DE ARROCHO SALARIAL. . . . 115

OS GOVERNOS PORTUGUESES TÊM SIDO MEROS SERVIDORES DE BRUXELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121

AS TROIKAS SEMEIAM O DESEMPREGO E IMPÕEM O TRABALHO SEM DIREITOS . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . 127

AS “REFORMAS ESTRUTURAIS”: DESIGUALDADE, POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133

A “ESQUERDA CHORAMINGAS” E O “SOCIALISMO DA OFERTA” . . . 139

A UNIÃO EUROPEIA NÃO TEM SOLUÇÕES PARA A CRISE . . . . . . 145

A AIDS TOMOU CONTA DA ECONOMIA MUNDIAL . . . . . . . . . . . . 149

A SUPREMACIA DO CAPITAL FINANCEIRO POTENCIA AS CRISES DO CAPITALISMO . . . . . . . . . . . . . . . . 153

A ‘REVOLUÇÃO CONSERVADORA’ E O FIM DA ERA DO COMPROMISSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157

A DITADURA DO CAPITAL FINANCEIRO: “GRANDE PODER E POUCA LEGITIMIDADE”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163

“NINGUÉM PODE FAZER POLÍTICA CONTRA OS MERCADOS”? . . . . 169

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . 173

ÍNDICE DE ASSUNTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179